Apesar dos escândalos, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, joga sua última cartada e aposta no clientelismo
O fragilizado chefe da Federação Internacional de Futebol propôs, durante a reunião de seu conselho realizada na quinta-feira, modificar os procedimentos disciplinares da entidade após o caso Balogun, além de um plano de desenvolvimento de mais de seis bilhões de dólares distribuídos às federações que elegem o presidente da FIFA.
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